O publicitário carioca Antonio Tabet (foto) nasceu em 26 de junho de 1974, exatamente o 177º dia do calendário gregoriano... o que não quer dizer absolutamente nada.
Descendente de libaneses, de franceses e de Chuck Norris (como todo mundo), Tabet confirma o mito de que todo canceriano é chorão: chora de rir desde o tempo em que o Kibe Loco ainda era uma coluna do jornal feito por alunos da faculdade de comunicação da UFRJ. De lá pra cá, o homem por trás do Kibe (no bom sentido, é claro) já foi estagiário da Rádio Globo, dublê de abdome do George Clooney, redator de ex-futuras agências de publicidade do ano, roadie do Pixies, discípulo da poderosa Muhana no Multishow e no GNT, medalha de prata nos 200m rasos do Pan de Mar del Plata e marketeiro, quando graças a chefes de quinta, resolveu fazer na sexta um blog de primeira. Nascia o viral Kibe Loco.
Com o site não vieram a fama, a fortuna, a ganância, a ambição e nem as dançarinas tailandesas. Mesmo assim, Tabet recusou - por motivos óbvios - 4 (quatro!) convites para se candidatar a deputado federal, apesar de já ter virado assunto até no senado.
Hoje Tabet trabalha no
Caldeirão do Huck (Rede Globo), comemora a decisão do TRT de proibir a demissão por justa causa de pessoas que mantenham relações sexuais no local de trabalho, mente descaradamente em perfis e, com a ajuda e/ou inspiração de José Scafi, Richard de Almeida, Bianca Marotta, Carlos Bornelli Jr., Psycho, Adriana Spaca, Rodrigo Fernandes, Dino Cantelli, Fernando Fadel (in memoriam) e uma legião de leitores inteligentes, antenados e bem-humorados, prova que somos todos membros da alcatéia do Millôr Fernandes. Aquela que prova que
"o homem é o único animal que ri. E é rindo que ele mostra o animal que é."